quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Histórias

HISTÓRIAS & MEMÓRIAS: Índice

Terramoto de 1755: testemunho de Jacome Ratton
Entre os acontecimentos extraordinarios da minha vida naõ devo omittir a meus filhos o que passei na occasiaõ do memoravel terramoto de Lisboa, que teve lugar no 1.º de Novembro de 1755, pelas nove horas e meia da manhaã, ...

O Sargento Mor José António da Rosa e a viagem para Rosas (1793)
O major José António Rosa (1745-1830), proveniente do Regimento de Artilharia da Corte, era o comandante da brigada de Artilharia do Exército Auxiliar, forte de 450 homens, e relata o que lhe aconteceu na viagem marítima de Lisboa a Rosas, na Catalunha.

O Apelo d'Armas: uma família de Portugueses no início das Guerras Revolucionárias (1793/1794)
O apelo do uniforme foi, porém, mais forte. O desejo de ser mais na vida que um comerciante, viajar pelo império, conhecer a India, o Brasil, Angola, ao invés de ficar preso a um escritório, contando metal e fazendo balanços. O espírito da época, romântico, idealista, liberal, a tudo isso encarreirava na alma do jovem Carlos e o inspirou a seguir a vida militar. 

História da Medalha de Campanhas: Roussilhão (1793-1795)
Os nossos soldados voltavam finalmente a casa. Eram o Exército Auxiliar à Coroa de Espanha, forte  de cinco mil homens entre infantaria e artilharia, comandandos pelo tenente general John Forbes, enviados por Portugal no âmbito da Primeira Coligação.

"Perdoa-me, Ferro!", Uma Estória Alentejana (1807)
Apesar do estado em que o Exército Português se achava, a cagança e o espírito de corpo era sempre forte entre os soldados orgulhosos do seu regimento e da sua companhia. Aqui fica a curiosa história do anspeçada Fernando Ferro, de Infantaria 20, que foi esfaqueado pelo soldado Onofre José da Silva, de Infantaria 15, no calor da discussão e em virtude de ofensa ao granadeiros de Olivença.

Lorenzo Caleppi, ou como o audaz Arcebispo de Nisibi enganou um dia Junot (1808)
E assim partiu ‘à italiana’ o velho italiano Monsenhor Lorenzo Caleppi (1741-1817) da Lisboa ocupada de 1808, não sem antes escrever uma carta ao general Junot, agradecendo-lhe a simpatia, mas prometendo-lhe que “agitado pelos gritos da [sua] consciência”, deveria partir para o Brasil e cumprir o seu papel de Núncio Apostólico junto à corte legítima.

“Em hum dos dias do mes de Outubro...” (1809)
Em hum dos dias de Outubro” , como se lhe referem as testemunhas, não se lembrando do dia exacto, 1809, o coronel Carlos Frederico Lecor (ou ‘Licores’, como lhe chama o corregedor Manuel Gomes Ferreira Valente), ao ver recusadas cavalgaduras por parte do mestre-de-posta de Azambuja - puxa “da sua espada, insultando-o ao mesmo tempo de palavras”.

Lecor e a carga de Infantaria 14 em St. Pierre de Irube (1813)
A transcrição de uma carta do então Marechal de Campo Carlos Frederico Lecor (hoje em dia seria Major-General) ao Ajudante General Manuel de Brito Mozinho, acerca do papel do seu comando nos acontecimentos de 13 de Dezembro de 1813, o último dia da Batalha de Nive.

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